quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Um encontro sem hora marcada

Podemos agendar uma viagem, um passeio, uma entrevista, um encotro romântico, ou até mesmo um exame de rotina.
Porém, ninguém é capaz de planejar quando ira encontrar um novo e verdadeiro amigo.

Ele pode surgir do nada, e passar a fazer parte de tudo. Dos melhores aos piores momentos...
Foi assim, sem esperar, que mais um anjo de luz surgiu.
Sem hora marcada, mas com uma presença especial registrada em mim. 
Amigos que chegam do inesperado, são amigos inconscientemente desejados.

                                   Úrsula Paulo

sábado, 19 de junho de 2010


Felicidade ao contrário do que muitas pessoas pensam não se define em uma palavra.
Na minha concepção ela pode ter multiplos sinônimos.
Um deles se chama Jonathan.
Apesar de tudo, por mais surpreendente que possa parecer, ele não se encaixa aos aspectos do príncipe encantado que sonhei. Porém conseguiu superar todas as espectativas que eu tinha a respeito da plena felicidade.
Ao lado dele percebi que não é apenas em bons momentos se baseia uma relação. É também nas dificuldades e nos obstáculos que descobrimos o quão importantes somos um ao outro.
E é nessa doce balança que encontramos o equilíbrio para a cada dia nos tornarmos um pouquinho mais parte um do outro.
E assim vamos vivendo...
Sem saber se ele se tornou como eu, ou se eu que fiquei parecida com ele...


Úrsula Paulo

domingo, 2 de maio de 2010

É muito bom ter você.!

Você tem um tipo de mágica nos dedos, na boca, no corpo inteiro.. e quando me toca, estremeço. Queria saber explicar e gritar isso em alto e bom som, no melhor tom, pra que suasse eterno. E nem que eu quisesse, e nem que me obrigassem, e nem que fosse possível, saberia pôr em palavras o que eu procuro colocar quando me deparo com a sua felicidade recíproca. Você tem um tipo de ímã nos dedos, na boca, no corpo inteiro.. que não me deixa fugir, só de chegar perto, eu estremeço. Queria poder entender o que realmente se passa dentro de mim, cada partícula de saudade, cada arrepio, cada ansiedade, pra saber dizer e esclarecer a verdade. Mas nem que eu quisesse, microscopicamente, veria em real dimensão o que cada momento me proporciona.
Deve ser o seu jeito tímido, ou quando você aperta a minha cintura. Deve ser quando me abraça e me levanta e me beija ao mesmo tempo, ou quando me elogia e diz que me ama com tanta ternura. Deve ser as coisas que me diz, e as coisas que eu sinto ao ouví-las. Deve ser o modo que me deixou depois que te conheci. Deve ser tudo que já passamos e nos fez estar hoje, aqui.

Feito um livro sem final, um segredo incofessável, uma canção intocável, um manual pra se jogar, você é o melhor mistério, o qual eu quero decifrar.
...

Nada é tão lógico até o dia que olhamos pra trás e já não nos importamos em esquecer.
Nada é tão único até que a gente tente entender.
E eu que não sei nada da vida, de amores, de temores...
O pouco que já vivi, amei e temi, me ensinou a ter e merecer você.

Karla Moreno

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Cuide bem do seu amor...


"Me chamo Eduardo.
Namorei por três anos.
Quando conheci a Paula,ambos tínhamos 17 anos.
Nos três primeiros meses era mil maravilhas.
Nossa!!!

Depois se tornou um inferno. Ela era muito ciumenta, começou a dar escandalos.
Brigava por motivos fúteis. O problema era que eu amava muito ela. Fazia de tudo por ela, achando que um dia tudo iria mudar (que ingenuidade). Terminamos e voltamos por várias vezes.Chegou um ponto que brigávamos por qualquer motivo.Decidimos realmente que não iria mais dar certo e terminamos definitivamente.

Eu fiquei muito mal em casa, não tinha vontade de sair, não
conseguia dormir. Passou sete dias,não aguentei e liguei para a casa dela. No meio da conversa ela falou que tinha saído com um cara e ficado com ele e ainda teve a falsidade de falar que tinha sido para me esquecer. Nunca irei esquecer aquele momento ao telefone. Parecia que alguém tinha colocado uma faca no meu coração, contive as lágrimas ao telefone e mantive a voz , serena, falei que não tinha problema e que nunca mais iria procurar ela.

Desliguei o telefone me dirigi ao quarto parecia que mais nada nesta vida tinha sentido, não consegui dormir naquela noite.

Os dias foram passando e a dor só piorando. Meu rendimento no trabalho caiu muito, eu não me importava com mais nada. Ao chegar em casa tinha vontade de ligar, meu orgulho não deixava. Quando ia dormir rezava muito para eu esquecer aquele amor que só me dava tristeza. Não
adiantava. Os quinze primeiros dias foram terríveis. Mas depois o coração foi se adaptando. Consegui deixar as emoções de lado e comecei a pensar nos fatos, fui assimilando melhor e tudo foi passando. Até voltar ao normal, claro, quem as vezes não tem recaída de pensamentos pela ex? Isso é normal. Depois de três meses, adivinha quem me liga?!

Era ela! Meu coração bateu mais forte, tinha sido pego de surpresa, passou mil coisas na cabeça em frações de segundo tive vontade de chorar e rir ao mesmo tempo. Voltei a realidade, sem nenhuma empolgação, minha voz ficou serena, conversei normamelmente mas nada de intimidades estava sendo seco.

Em um certo momento ela pede para conversar comigo pessoalmente, porque ainda me amava. Meus olhos encheram de lágrimas, meu coração sabia que eu iria sofrer então do nada comecei a cantar a seguinte música: "Cuide bem do seu amor,seja quem for..."

Ela começou a chorar no telefone. Comecei então a chorar no telefone mas continuei cantando e escutando ela suplicando e pedindo para voltar pois ela sabia que tinha errado muito e que tinha perdido a pessoa que mais valorizava ela. Meu coração não teve outra saída a não ser desligar o telefone na cara dela. Decidi então naquele mesmo dia tirar umas férias. Dois dias depois estava na
praia sozinho sentado na areia e olhando as ondas. Era um final de tarde, aquilo tudo era tão bom
estava me sentindo muito bem. Quando toca o celular era minha mãe dizendo que minha ex tinha sido encontrada morta, suícidio. Ao lado dela foi encontrada uma carta onde dizia: "Pai e Mãe, eu amo muito vocês, não fiquem triste por mim, pois a vida não tem mais sentido. Eu tive a pessoa mais
importante no mundo nas minhas mãos e deixei escapar. Eu amo o Dudu e amarei eternamente sei que ele não quer mais ficar comigo. Calma mamãe, calma papai, não fiquem bravos com ele. Eu sou a culpada eu tratava ele como se fosse um qualquer. Quando terminamos descobri que ele era tudo para mim. Tenho um recado e quero que vocês passem para todos os jovens desse mundo:


"CUIDE BEM DO SEU AMOR,SEJA QUEM FOR...".."

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Boa Viagem...

Mesmo sabendo que será por um breve espaço de tempo, é ruim imaginar que não estará aqui. O travesseiro ainda tem o formato do seu rosto, e as cobertas o seu perfume. Porém falta o seu abraço pela manhã.

É estranho não poder te dizer Eu te amo antes mesmo do "Bom dia".
Com você aprendi a não olhar pra trás. Por não sentir a mínima nostalgia. Não sinto falta de nada do que passou, entretanto não me arrependo.
Tenho um presente tão maravilhoso, que prefiro não me lembrar do passado. Hoje o mesmo se tornou indiferente.

Se algum dia considerei que algo tenha dado errado, hoje agradeço. Porque se não deu certo antes, foi para que eu pudesse viver esse momento hoje.
A vida me presenteou com um futuro ao seu lado, e isso é mais do que eu poderia desejar. É motivo suficiente para eu agradescer a Papai do Céu todos os dias.
Volta logo.
Te amo.
                                      Úrsula Paulo

domingo, 18 de abril de 2010

A todos que amei

A todos que amei devotei sobretudo verdade.
Verdade nos olhares.
Verdade nas lágrimas. (que se chegaram a cair, foi por intensidade de um sentimento que não consegui guardar pra mim.)
Verdade nos sorrisos, que eram expontâneos, simplesmente surgiam.
A todos que amei entreguei um pouco de mim.
Todos levaram traços da minha alegria.
Pitadas de minha preocupação.
Lascas do meu amor,
E um pedaço do meu coração.
A todos que amei, devo o meu muito obrigada.
Obrigada pelas gargalhadas.
Obrigada aos bons momentos compartilhados.
Obrigada pelas decepções, pois me fizeram amadurecer, a ser e tentar melhorar quem sou.
Obrigada por tudo, poir tudo fez e faz parte de um grande aprendizado chamado VIDA.

"Devo o meu muito obrigada pela lição de que viver é maravilhoso.... E amar é melhor ainda....
Porque sem amor eu jamais iria caminhar para a felicidade de viver."

             Úrsula Paulo & Nan Bastos

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Só por amar diferente

Puxa você tem nojo de ver dois homens se beijando?
Eu tenho nojo de ver gente batendo em gente...
De ver gente enganando gente,
De ver gente matando,
Passando fome.
Tenho nojo de ver gente negando o direito dos outros só por serem diferentes.
Disso eu tenho um PUTA nojo!
Mais você pode dizer oque pensa sobre a homossexualidade das pessoas...
É saudável falar oque pensa.(desde que não desrespeite ninguém)
E já que está aberto a falar sobre esse assunto, (Oque é louvável de sua parte) eu te proponho a tirar um pouco o "casaco da moralidade" e sem idéias prontas imagine como seria se você fosse gay...
Não tenha medo.
Imagine você se descobrindo ser uma coisa que não queria. (e lembre-se que o mundo não está preparado pra gente diferente)
Tente se imaginar sentindo amor por outro ser humano. (que infelismente não é o ser humano do tipo que sua mãe sonhou)
Imagine a dor de ver que você vai ter que escolher, entre a sua felicidade e a do seus pais.
Ou então viver escondido com medo.
Levando uma vida frustrada.
Ai um dia, você é descoberto. E é humilhado,
Negado e escurraçado.
Você se senti sozinho no mundo.
E não entende porque tem que ser assim.
Será que amar é algo tão errado?
Será que você é tão ruim assim?
Quando você abraça seu amigo todo mundo acha fofo.
Mais se você beija seu amigo você é uma aberração?
Ai começa o PRECONCEITO...
Você é demitido.
É xingado por pessoas que você nem conhece,
É alvo de piadas e fofocas.
De repente você se imagina um ser humano INFERIOR.
Só por amar diferente.
Pense nisso e tente se imaginar nessa situação.
Você vai ver que ninguém merece o seu "nojo".
Vai sentir falta de dignidade e boa vontade.
Pense nisso...
Vai ser no minímo interessante.
Fale oque pensa...
Mais PENSE.
Antes de disseminar apenas oque você ouviu a vida toda da boca de outros.
Pense,
Reflita.
Poderia ser você.

Autor deconhecido.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Carta de uma Patricínha aos Jovens do Brasil.


Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forcas, mas pedi para a enfermeira Dani, minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais.

Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe media - alta de Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal, e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agencia Kasting e fui ate o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agencia Elite em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus.
Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinemas, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer as pessoas saradas, física e mentalmente.
Porem, como a vida nos prega algumas pecas, o meu destino começou a mudar em outubro de 1994. Fui com uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego.
Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no "Bude", famoso barzinho da Rua XV. A noite fomos ao "PROEB" e no "Pavilhão Galego" tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era "tri maneira". Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP. Que sensação legal, curti a noite inteira "doidona", beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os "otários" não percebiam.
Lá pelas 4h da manha, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um "ap" no mesmo prédio.
Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.
Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30h da manha fomos ao "ap" dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado "Cigarro de Maconha", que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia. Retornamos a "Floripa" mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUES". Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer
parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No inicio a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível.
Comecei a comprar a "branca" a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos". Às vezes a gente conseguia o "ecstasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira e depois farra. O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no inicio eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida.
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clinicas de Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.
Quando eu saia da Clinica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família. Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, ate Deus, tudo me parecia ridículo.
Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peco aos jovens que não entrem nessa viagem maluca... Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e descreve a enfermeira Danelise, que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde que escreveram essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS. Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo de Patrícia.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ainda que eu não saiba, sei que pode ser você


Mesmo nao sabendo dizer bem o que você fez comigo, posso sentir de uma forma tão intensa que um sorriso involuntário brota no meu rosto. Fico buscando explicações, muitas vezes elas parecem fugir de mim quando as procuro, mas talvez nenhuma delas seriam capazes de traduzir o que realmente vale aquele seu abraço forte, aquele ato de carinho sem eu esperar, ou aquelas palavras que soam como música. Porque quando eu já estava estacionada numa verdade só minha, inventada, onde nada fazia sentido e o que eu mais queria era ficar parada, você veio e me sacudiu, me fazendo ver que além de tudo, de todos, eu ainda tenho muito a oferecer. Ainda posso ser eu mesma e ser o que você quer, posso te mostrar o meu melhor sorriso, e dizer que ele é todo seu, posso te abraçar e guardar todos os seus medos e receios num lugar onde ninguém possa ver, e então assim tudo se transformaria, e me faria sorrir sem querer em cada flash seu, dentro de mim.

Obrigada por ceder esse espaço em você também. Obrigada por me deixar plantar e regar cada expressão feliz em seu rosto, cada frio na sua barriga, cada falta que sente de mim. Obrigada por me roubar gargalhadas e pensamentos bons, por deixar meu mundo mais em paz, e mostrar que mesmo depois de toda essa tempestade, ainda sou capaz.
Karla Moreno

Amo-te pelo amor


Amo-te pelo simples ato de amar.
Não espero nenhuma recompensa.
Ofereço-te a minha alma imensa,
mas, sem nada em troca ambicionar.

Amo-te como amam as belas flores,
entre os lírios, jasmins e as violetas,
contracenando com as borboletas,
enfeitando os meus sonhos de cores.

Amo-te, enfim, como se toda a vida,
dependesse deste único sentimento,
o qual traz-me entusiasmo e alento,
para ofertar-te. Oh minha querida!

Marco Orsi